Abril: mês de prevenção contra crueldade animal

A violência contra os animais revela muito sobre a pessoa que a comete. Não aceite justificativas: denuncie

Katia Simoes Refaxo

redacao@guarulhostododia.com.br

Pixabay

Publicado em 15/04/2024 às 08:00 / Leia em 3 minutos

Em que momento da nossa existência os animais passaram a dividir a nossa vida de forma tão próxima? Acredita-se que quando abandonamos a vida nômade e nos estabelecemos em lugares fixos, os animais selvagens começaram a se aproximar, em busca de alimento e água, disponíveis com mais facilidade.

O humano, por sua vez, passou a se preocupar com seus próprios interesses, como a produção de comestíveis, guarda e também afeto, tornando os animais cada vez mais dependentes dessa relação. E assim, eles foram perdendo a capacidade de viver na natureza e foram se estabelecendo ao nosso redor, passando inclusive a dividir o ambiente familiar . Então, eles passaram a ser nossa responsabilidade. Somos responsáveis pelo seu bem estar e sobrevivência e, em troca, nos dão principalmente seu amor e sua fidelidade.

Essa convivência fez com que notássemos que os animais possuem todas as sensações que possuímos: alegria, satisfação, amor e também saudade, tristeza, dor. Ciente disso, cabe ao ser humano, como tutores desses seres vivos que tiramos da natureza para nossa satisfação, zelar pelo seu bem estar evitando que eles sofram. Mas não é o que acontece em muitos casos. Muitos são abandonados, feridos, maltratados.

A violência é um problema social mundial e existe uma teoria fortemente embasada, denominada Teoria do Elo, que considera a existência de forte conexão entre violência contra seres vulneráveis a problemas psicossociais em  determinados indivíduos e até núcleos familiares inteiros.

O mês de abril é hoje considerado o mês de incisiva conscientização contra a violência, no caso aqui, contra animais domésticos. Indivíduos que cometem maus tratos contra animais, tem forte tendência a outros tipos de violência. Psicopatas e serial killers quase sempre começam com maus tratos a animais.  Nunca seja indiferente a esse tipo de comportamento: qualquer um de nós pode ser uma vitima em potencial. DENUNCIE!

Procure:

A Dra. Kátia Simões Refaxo é médica veterinária e atende em domicílio – 11 9 9585 8905

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